Maia

Mitologia Greco-Romana

Ninfa das chuvas, a mais bela das sete Pléiades, filhas de Atlas e de Pléione, foi amada de Júpiter, de quem houve Mercúrio. Júpiter confiou-lhe a criação de uma criança chamada Arcas, havida da ninfa Calixto, o que a tornou alvo das perseguições de Juno. Ela e suas seis irmãs foram transformadas em estrelas, porque seu pai, indiscretamente, quis ler o segredo dos deuses. O seu grupo forma o signo das Pleiades, na constelaçào de Touro. Entre os romanos, a Maia grega confundia-se com a divindade indígena homônima: deusa do crescimento. Na terminologia hindu, era a matéria primordial e, mais tarde, a ilusão enganadora ou a energia criadora dos deuses. No Rig-Veda, Maia é a matéria primordial com que os deuses constroem o universo.