Divindades poéticas, filhas do Céu e da Terra ou, segundo outros, de Astrêo e de Heribeas. Éolo era o seu rei, e os tinha presos em cavernas. Chamavam-se Éoro, Austro ou Noto, Aquilão, Tavônio, Euzonoto, Vulturno, Subsolano, Coro, África, Bóreas, Zefiro, etc. Para conjurar os terríveis efeitos dos ventos, dirigiam-se-lhes votos, e ofereciam-se-lhes sacrifícios.