Deus da medicina, filho de Apolo e de Coronis, esposo de Epione, de quem houve Padalírio e Macaon. Como a palavra coronis, em grego, signifique gralha, dizia-se que Esculápio tinha nascido de um ovo dessa ave. Curava os doentes e ressuscitava os mortos, entre os quais se conta Hipólito. Júpiter, não vendo com bons olhos essa usurpação de atribuições divinas, fulminou-o a pedido de Plutão, deus dos infernos, cujo reino estava ameaçado de ficar deserto. Apolo, vingando a morte do filho, matou, flechadas, os Cíclopes que haviam forjado o raio homicida. Eram-lhe consagrados: o galo, a serpente e a tartaruga, símbolos da vigilância e da prudência. É representado sob a figura de um homem barbado, de aspecto grave, coroado de louros, tendo uma pátera em uma das mãos e, na outra, um bastão onde se enrosca uma serpente.