Divindade romana, filho de Apolo e da ninfa Creusa, teria sido o mais antigo rei do Lácio. Havendo acolhido Saturno, quando expulso do céu, este deus recompensou-o, dotando-o de uma tal prudência, que o futuro e o passado estavam sempre diante dos olhos. Para simbolizar essa faculdade, os artistas representam-no com dois semblantes: um a olhar para a frente, e o outro para trás. Sendo pacífico o seu reinado, é ele venerado como um deus da paz. Em roma, o templo de Jano só se fechava quando a nação estava em paz, o que apenas aconteceu nove vezes em mil anos.